As origens do trampolim repousam na Idade Média, nas performances dos acrobatas e dos trapezistas de circo – estes com seus saltos realizados a partir do impulso da rede de segurança. No Brasil a modalidade veio através do Professor José Martins Oliveira Filho em 1975, recém chegado da Alemanha após um curso de especialização em Colônia.

Em 1990 foi fundada a Federação Paulista de Trampolim Acrobático (FPTA) e em 1991 a Confederação Brasileira de Trampolim Acrobático (CBTA). Sua estréia como modalidade olímpica aconteceu nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000. Sobre uma tela, geralmente de nylon, de 5m x 3m, o atleta salta até atingir cerca de 6m de altura e executa 20 elementos técnicos. Oito juízes são responsáveis pelo julgamento – um é denominado juiz central, cinco avaliam a execução e dois observam o grau de dificuldade. A ginástica de trampolim é disputada por homens e mulheres. Há também o trampolim sincronizado, em que atletas se apresentam em trampolins diferentes mas executam os movimentos simultaneamente.